A psicose de Alfred
Mate o primeiro que aparecer pela rua — disse a voz grave. Eram 5h da manhã. A rua ainda despertava devagar, mas eu sabia que não demoraria. Como sempre, naquele horário, os funcionários do frigorífico passariam pela Rua 9, apressados, com os passos duros e o olhar vazio de quem já se acostumou ao cheiro […]

